Ligam partes do discurso
Podem ligar palavras, orações, frases, períodos ou parágrafos. Alguns são conjunções; outros são advérbios ou expressões.
Aprende a escolher conetores pelo que queres dizer — e pelo que a ideia seguinte promete ao leitor.
Começar a explorarNão são enfeites nem palavras para começar todos os parágrafos. São pistas que mostram ao leitor como uma ideia se relaciona com outra.
Podem ligar palavras, orações, frases, períodos ou parágrafos. Alguns são conjunções; outros são advérbios ou expressões.
Acrescentam, contrastam, explicam, apresentam uma causa, uma consequência, uma condição, uma sequência temporal e muito mais.
O leitor usa o conetor para antecipar o passo seguinte do raciocínio. A escolha é uma promessa: «porque» pede uma causa; «no entanto» pede contraste.
O Rui estudou, por isso passou. A segunda ideia é uma consequência.
O Rui passou porque estudou. A segunda ideia apresenta a causa.
«Além disso» não corrige uma ideia que contradiz a anterior. Um conetor inadequado pode tornar o texto menos claro, mesmo que a frase esteja gramaticalmente correta.
Nem todas as frases precisam de um conetor explícito. Evita repetir sempre o mesmo e confirma se a relação está realmente presente.
1. Observa um texto. 2. Identifica a relação entre as ideias. 3. Experimenta trocar ou retirar o conetor e compara o efeito. 4. Usa-o na tua escrita e revê se cumpre a promessa.
Uma lista ajuda a começar; o contexto decide. Procura a relação que queres construir e consulta exemplos de uso.
Lê as duas ideias e escolhe o conetor que exprime a relação pretendida. Depois, explica a escolha com as pistas do feedback.
Experimenta o que acontece quando um conetor é retirado, trocado ou escolhido com intenção.
Compara as duas versões. Que relação deixa de ficar explícita quando apagamos a ponte?
Completa a frase. Mais do que uma palavra pode parecer possível: escolhe a que corresponde melhor à relação indicada.
Escreve duas ideias e escolhe o que queres fazer entre elas. A aplicação sugere conectores para começares; a escolha final é tua.
Antes de entregar um texto, lê-o como se fosses o destinatário.
A pontuação depende da construção da frase: por exemplo, «mas» integra-se de modo diferente de «no entanto».